Quem é pescador consciente sabe que usar rede e outros petrechos, como espinhel ou tarrafa, é crime e ainda pode dar uma tremenda dor de cabeça, com risco de multa e processo por crime ambiental. Mas, existem aquelas pessoas que insistem em não seguir essas regras e acabam levando a pior.
Nos últimos dias, a Polícia Ambiental de Marília realizou três flagrantes nessas condições, com uso de redes em rio e represa. No fim de semana, por exemplo, policiais ambientais realizaram uma operação no rio Aguapeí.

No município de Rinópolis (região de Tupã), eles apreenderam seis redes de emalhar que estavam armadas no curso d'água, na modalidade de espera, bem como uma vara de bambu também armada. Foi feita varredura pela área, mas o pescador não foi localizado.
Novas apreensões
Já no reservatório da usina hidrelétrica Capivara, em Florínea (região de Assis) foram feitas operações, com dois flagrantes.
No primeiro, os policiais apreenderam 250 metros de cordão de espinhel, com 150 azóis, sem qualquer identificação. O responsável não foi localizado.
Depois, conseguiram deter um pescador que, usando um barco, estava retirando da represa três redes.
Tratava-se de um pescador amador que ficou no prejuízo: sofreu multa no valor de R$ 2 mil, além de perder a embarcação.
Em todos os casos, os materiais foram apreendidos e posteriormente serão destruídos.

Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288







