PM conclui inquérito sobre mortes do ex-judoca Sabino e sargento Agnaldo em Bauru

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A Polícia Militar concluiu o inquérito militar sobre as mortes dos policiais militares Mário Sabino Júnior e Agnaldo Rodrigues.

Os dois morreram baleados no dia 25 de outubro na cidade de Bauru e segundo a investigação. Segundo o promotor João Henrique Ferreira, que acompanha o caso, as armas de Sabino, uma Taurus ponto 40, e do sargento, um revólver calibre 38, foram disparadas.

O documento foi encaminhado para o Tribunal de Justiça Militar e segundo a assessoria de imprensa da Polícia Militar os laudos, depoimentos e relatórios do inquérito são de caráter sigiloso, conforme previsto no artigo 16 do Código de Processo Penal Militar.

Além dos policiais militares mortos, a cabo da PM Aguida Barbosa, mulher de Agnaldo, também estava no local, mas não se feriu. Foi realizado exame residuográfico na policial que constatou que ela não atirou.

Sabino era policial militar desde 1999. Ele deixou esposa e quatro filhos. O sargento Agnaldo trabalhava há 30 anos na Polícia Militar e era casado há 29 anos com a cabo Águida, que está na PM desde 1998. Os dois têm um filho de 22 anos.

RELEMBRE O CASO: Policiais militares que faziam o patrulhamento no local viram três veículos na rua, um deles no meio da via, o que chamou a atenção. Ao se aproximarem, os policiais viram a cabo Águida Barbosa, mulher do sargento, bastante nervosa e acionando o Samu pelo celular.

O corpo de Agnaldo estava próximo a um dos carros e de Sabino a cerca de 15 metros de distância. A cabo não quis dar a sua versão do que tinha acontecido para os policiais, mas segundo a PM, ela já foi ouvida no inquérito instaurado na Justiça Militar. (Informações G1)





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