A Polícia Federal abriu inquérito para apurar a origem das cápsulas das armas usadas no assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco. Ela foi morta na noite de quarta-feira, após reunião com grupo de mulheres negras na Lapa, na região central do Rio. A vereadora foi atingisa por quatro tiros no rosto enquanto que o motorista dela, Anderson Pedro Gomes, foi morto com três disparos.
Perícia da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Rio concluiu que lotes das cápsulas foram vendidos à Polícia Federal em dezembro de 2006. A PF informou que, "além da investigação conduzida pela Polícia Civil pelo crime de homicídio, já foi instaurado inquérito no âmbito da Polícia Federal para apurar a origem das munições e as circunstâncias envolvendo as cápsulas encontradas no local do crime".
A nota conjunta das polícias informa que o inquérito da Polícia Federal se soma à investigação conduzida pela Polícia Civil. As duas corporações reiteraram “o compromisso de trabalhar em conjunto para a elucidação de todos os fatos envolvendo os homicídios da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Pedro Gomes, ocorrido na noite da última quarta-feira, no Rio de Janeiro”.
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