Pupilas extremamente dilatadas e aparentando estar disperso. Com esses sintomas, um caminhoneiro de 28 anos foi preso em flagrante pela Polícia Rodoviária Federal acusado de ter acabado de cheirar cocaína.
O caso ocorreu próximo a Marília. Situações como essa tem sido mais frequentes e, neste período de férias (quando o movimento nas estradas é maior) o risco de acidentes é maior.
Dirigir sob efeito de entorpecentes: perigo nas estradas.
Seduzidos pelas promessas do efeito poderoso contra o sono, ilusão de melhor desempenho na estrada e facilidade de aquisição, caminhoneiros têm trocado o ‘rebite’ pela cocaína.
A droga, dizem eles, é comprada de traficantes que ficam à espreita nos postos de combustíveis ao longo das rodovias do País.
Mas a associação do volante com a cocaína pode ser fatal: ao contrário da anfetamina, o entorpecente provoca alucinações e perda da noção do perigo na estrada.
Uma pesquisa da USP em estradas de São Paulo e Rio de Janeiro, mostra que de 308 motoristas, 3,5% haviam usado cocaína no mês em que o estudo foi feito, contra 0,3% da população em geral.
Caminhão foi apreendido pela PRF
A preocupação levou a obrigatoriedade na realização de um exame toxicológico em todos os caminhoneiros na hora de revalidar a habilitação. O Denatran defende o teste e tem ajudado a reduzir acidentes e mortes nas estradas.
CASO NA REGIÃO - No flagrante ocorrido na região foi em Guaiçara. Os patrulheiros localizaram sobre a cama de descanso, ao lado do banco do motorista, uma prancheta com certa quantidade de cocaína.
Indagado sobre o pó branco, localizado sobre a prancheta, o condutor confirmou tratar-se de cocaína, assumindo a condição de dependente químico e tinha acabado de fazer uso do entorpecente. O caminhoneiro foi preso em flagrante e levado à Central de Polícia Judiciária em Lins.
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