O papa Francisco disse que tem disposição para ir a Moscou e conversar com o presidente russo, Vladimir Putin, sobre a guerra promovida pela Rússia em território ucraniano, e descarta uma ida à Ucrânia neste momento.
"Não vou agora a Kiev", disse, em entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, publicada hoje, lembrando ter enviado representantes à Ucrânia —no mês passado, o governo ucraniano pediu que Francisco fosse a Kiev. "Mas sinto que não preciso ir. Primeiro tenho que ir a Moscou, primeiro tenho que encontrar Putin.".
Hoje, a invasão russa chegou ao 69º dia com o exército de Putin mantendo a ofensiva. Também nesta terça, sem dar detalhes, Putin ordenou mais sanções retaliatórias contra o Ocidente.

Na entrevista, Francisco disse querer "fazer um gesto claro para o mundo inteiro ver".
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