Em compensação, Paraguaçu Paulista aparece entre as 15 melhores do país. Crise econômica afetou emprego e renda no levantamento nacional.
A cidade de Marília perdeu seis posições nacionais no ranking do índice FIRJAN de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), ficando no mais recentemente levantamento na 37ª posição (no anterior estava em 31ª) e também teve queda quando a comparação é feita apenas entre cidades paulistas: 26ª estadual contra a 21ª posição no ano passado.
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A crise econômica, que teve início em 2014 e causou forte recessão no país, fez com que o nível socioeconômico das cidades brasileiras retrocedesse três anos, segundo a nota divulgada hoje pela assesssoria do sistema.
Índice aponta que Marília perdeu posições no ranking
Apesar de ser o estado com maior proporção de cidades com alto desenvolvimento de forma geral (27,5%), a crise se manifestou fortemente em São Paulo na vertente Emprego e Renda, avaliada pelo IFDM: 29,3% dos municípios paulistas regrediram e nenhum alcançou o conceito máximo.
Louveira foi a cidade melhor avaliada de todo o país (0,9006), com alto desenvolvimento em Saúde e Educação e moderado em Emprego e Renda. Entre as 15 com melhor avaliação do país, 10 são paulistas.
As demais são, na ordem: Olímpia, Estrela do Norte, Itatiba, Itupeva, São Caetano do Sul, Jundiaí, Jaguariúna, São José do Rio Preto e Paraguaçu Paulista (a 75 km de Marília). Todas apresentaram alto desenvolvimento no índice geral do IFDM.
COMO FUNCIONA
Posição de Marília no levantamento anterior.
O índice monitora todas as cidades brasileiras e a avaliação varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo de 1 maior o seu desenvolvimento. Cada uma delas é classificada em uma das quatro categorias do estudo: baixo desenvolvimento (de 0 a 0,4), desenvolvimento regular (0,4 a 0,6), desenvolvimento moderado (de 0,6 a 0,8) e alto desenvolvimento (0,8 a 1).
São acompanhadas as áreas de Emprego e Renda, Saúde e Educação e avaliadas conquistas e desafios socioeconômicos de competência municipal: manutenção de ambiente de negócios propício à geração local de emprego e renda, Educação Infantil e Fundamental, e atenção básica em saúde.
O IFDM avaliou 5.471 cidades. As novas, para as quais ainda não há dados, e aquelas com ausência, insuficiência ou inconsistência de informações, não foram analisadas.
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