"Não teremos dias de facilidade", diz Padilha. Reforma da Previdência é desafio

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Coordenador da  transição, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, previu que o novo governo terá um caminho árduo pela frente. “Não teremos dias de facilidade não; teremos dias de dificuldade e precisaremos estar unidos”, afirmou, em entrevista exclusiva à jornalista Roseann Kennedy, em programa que ao vai ar hoje às 21h15 na TV Brasil.

Entre as dificuldades apontadas pelo ministro está a negociação da reforma da Previdência no Congresso, que o governo Jair Bolsonaro pretende iniciar, sob nova forma, somente em 2019. Padilha julga que o período de “lua-de mel” entre  o novo presidente da República e o Legislativo, que ele estima entre 90 e 120 dias, não será suficiente para aprovar um novo modelo de reforma.

Padilha disse ainda que o governo Temer fará recomendações sobre a importância de se manter o Programa de Parcerias de Investimentos (PPIs).

Segundo ele, o projeto de cessão onerosa que está no Congresso pode trazer mais de R$ 100 bilhões em receita para os cofres públicos. “Tem de ser olhado pelo novo governo com muito carinho”, defendeu.

As informações completas sobre as empresas estatais, sobretudo as que dependem do Tesouro Nacional, também serão entregues aos sucessores de Temer. “Aí eles decidirão o que fazer”, observou o ministro.

Segundo Padilha, o governo deixa mais de US$ 380 bilhões em reservas e seus compromissos financeiros  em dia – além de um déficit público menor do que recebeu. “Cabe a nós facilitarmos a transição porque isso é do interesse da sociedade. O povo decidiu e o novo governo tem de governar para todos; a divisão entre brasileiros tem de ser banida”, concluiu. Da Agência Brasil

 







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