Mortos em confronto com a PM seriam integrantes de facção criminosa

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Os dois homens mortos ontem à noite, em confronto com a Polícia Militar no centro de Marília, seriam integrantes de facção criminosa e tinham diversas passagens por tráfico e assaltos. Já a vítima que foi baleada durante o roubo, um homem de 45 anos, está na UTI e se recupera após passar por cirurgia, durante a madrugada.

Os corpos de Alef Diego Martins Soares (24 anos) e Luiz Fernando de Oliveira Santos (27 anos) foram liberados agora há pouco (10h) pelo Instituto Médico Legal (IML) para as famílias e serão velados no Angelus Norte (Alex) e na sala 1 do velório municipal (Luiz Fernando). Os sepultamentos serão amanhã cedo.

Uma das pistolas utilizadas pelos criminosos.

Pelo que a Polícia Militar levantou, os dois criminosos moravam na zona sul (prédios do CDHU) e pertenciam a facção que comanda o crime organizado dentro e fora dos presídios. Eles invadiram o instituto educacional localizado na avenida Pedro de Toledo renderam as vítimas e, por circunstâncias que ainda estão sendo apuradas, balearam a vítima na altura do tórax. 

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Eles pretendiam fugir numa moto CB 300, mas uma pessoa já havia ligado para o 190, anunciando o assalto. Acabaram deparando com as viaturas da Força Tática e ROCAM, iniciando uma intensa troca de tiros. Os dois criminosos acabaram mortos no confronto. Projéteis acertaram viaturas, mas nenhum PM foi atingido. 

Por sorte, a ação ocorreu à noite, quando o movimento de pessoas e veículos é menor. Se fosse durante o dia o risco de uma bala perdida atingir inocentes seria grande.

Viatura foi atingida na troca de tiros.

VÍTIMA BALEADA - A vítima baleada, A.S.B. de 45 anos, foi socorrida pela UTI Móvel do SAMU e levada ao setor de emergência do Hospital das Clínicas. Após ser estabilizada, passou por uma cirurgia durante a madrugada para extração do projetil do tórax. 

De acordo com o boletim médico divulgado às 10h30, ele se recupera internado na UTI. O caso é considerado grave, mas a vítima está "estável", respirando com ajuda de aparelhos - para facilitar a recuperação.

O caso passa a ser investigado agora pela Polícia Civil que pretende descobrir a participação de outras pessoas, inclusive se houve "cobertura" no assalto e na fuga frustrada dos criminosos.







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