Morte de professora: acusado diz que reagiu após ser agredido

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O mototaxista Jefferson Carlos da Silva, de 28 anos, acusado de matar a professora Elisabeth Aparecida Ribeiro, de 37 anos, foi trazido nesta tarde (02) para a Central de Polícia Judiciária, após ter sido preso no litoral paulista. Em entrevista, ele alegou que estava discutindo por motivos de dinheiro quando teria sido agredido a socos pela vítima e acabou reagindo. Elizabeth foi morta com pelo menos 10 golpes de faca. Ele permanecerá preso por 30 dias até a conclusão do inquérito.

Após o crime, ocorrido no dia 10 de janeiro, em um conjunto de apartamentos na rua Santos Dumont, zona norte de Marília. Jefferson disse que inicialmente passou pela cidade de Catanduva e posteriormente foi para Praia Grande, onde possui familiares.

Jefferson logo após chegar de Praia Grande.

Lá, começou a trabalhar como vendedor ambulante e, segundo a polícia, tinha planos de se mudar para o Rio de Janeiro e ficar como andarilho. Mas, devido a intervenção das Forças Armadas, ficou com medo de ser descoberto.

Os policiais civis da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) descobriram que ele estaria naquela cidade do litoral sul. A operação contou com apoio de equipes de Praia Grande e, após percorrer os 12 quilômetros de praia, encontraram o acusado. Ele ainda tentou fugir, mas não conseguiu. 

Veja a entrevista que Jefferson concedeu na Central de Polícia Judiciária:

 

 







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