A Prefeitura de São Paulo criou um grupo de trabalho para revisar os protocolos de segurança e atendimento médico em corridas de rua e outros eventos esportivos da capital paulista.
A iniciativa foi anunciada dois dias depois da morte do publicitário e atleta amador Júlio Barreto, de 50 anos. Ele sofreu uma parada cardíaca após concluir a meia maratona da SP City Marathon.
Segundo a medida, o grupo terá 20 dias para apresentar uma proposta com parâmetros mínimos de segurança, estrutura médica e atendimento de emergência para esse tipo de evento.
O objetivo é padronizar critérios técnicos que hoje envolvem diferentes órgãos municipais e entidades esportivas. Entre as atribuições do grupo estão:
- Diagnosticar as exigências adotadas para a autorização de corridas de rua;
- Estabelecer parâmetros mínimos de segurança e de atendimento médico-emergencial;
- Definir uma matriz de responsabilidades entre os órgãos públicos e os organizadores nas etapas de autorização, realização e fiscalização dos eventos.
De acordo com a Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo (ATC-SP), a Prefeitura de São Paulo ainda não tem um protocolo específico para corridas de rua.
São Paulo é hoje a cidade que mais recebe corridas de rua no Brasil. A previsão do setor é que cerca de 300 provas sejam realizadas na capital ao longo deste ano, entre eventos de 5 km, 10 km, meia maratona e maratona.
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288
A Agilidade no Jornalismo Online








