Morre rapaz baleado por PM durante confusão em Marília

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Vítima, de 23 anos, que fazia ameaças à outras pessoas, atacou o policial com uma faca. Caso está sendo apurado pela polícia. Sepultamento será às 14h30.

Será sepultado logo mais às 14h30, no cemitério de Padre Nógrega, o corpo de Flávio Pedro da Silva, de 23 anos. Ele estava internado há quase 20 dias na UTI do Hospital das Clínicas após ser baleado por um policial militar de folga.  O corpo está sendo velado na casa da vítima (bairro Teotônio Vilela).

Pelo que a polícia apurou, a confusão teria começado na madrugada do dia 10 de novembro. o rapaz estava em uma lanchonete quando teria se desentendido com um casal que estava em outra mesa.
 
A proprietária pediu para ele sair do local e foi ofendida. O filho dela não gostou e chegou a dar uma cabeçada nele que saiu do local bastante nervoso. Pouco tempo depois, voltou armado com uma faca e bastante transtornado, fazendo novas ameaças. Mas, acabou desistindo e foi embora.
 
Mas, no final da manhã voltou ao estabelecimento, desta vez armado com um pedaço de pau e também uma faca. Como estava fechado, passou a danificar a porta da lanchonete e também o portão da casa ao lado, onde moram os proprietários.
 
Desesperados, os familiares passaram a pedir socorro. Um policial militar que estava nas proximidades e de folga (trabalha em Quintana) ouviu os gritos e foi ver o que estava acontecendo.

Legítima defesa

Ele teria se deparado com o rapaz e pediu para baixar a faca, tendo se identificado como PM. Mas, nada disso adiantou: teria então partido para cima do policial tentando atingí-lo com uma facada, mas conseguiu desviar e em seguida atirou.
 
O projétil atingiu as costas, sendo levado pelo Resgate e posteriormente transferido para a viatura UTI Móvel do SAMU (devido a gravidade do caso) ao Hospital das Clínicas. 

Mas, após ficar 19 dias internado em estado grave, Flávio Pedro da Silva não resistiu aos ferimentos e morreu ontem.

Perícia e investigação

Logo após o disparo, o comando da Polícia Militar em Marília adotou todos os procedimentos: a arma foi recolhida e passou por perícia, o mesmo acontecendo com o policial militar (exame residuográfico).

O caso está sendo apurado tanto pela PM como pela Polícia Civil.

 







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