Foi sepultado neste fim de semana, no cemitério da Saudade, o corpo de Sidinei da Rocha Pereira Filho, de 23 anos. Ele morreu 11 dias depois de ser internado por ter sido baleado por um policial militar rodoviário à paisana em tentativa de assalto a um posto de combustíveis no último dia 17.
O assalto aconteceu no trecho urbano da rodovia Transbrasiliana (BR-153), no bairro Jóquei Clube, na zona Sul da cidade.
O crime
O assalto teve como acusados dois rapazes, de 18 e 23 anos, que atacaram o posto do Júlio, no trecho urbano da rodovia. O comparsa dele conseguiu fugir, no entanto, foi localizado e preso na casa da namorada.
Os dois criminosos em assalto anterior, registrado por câmera de segurança.
Os criminosos ocupavam uma moto. Um deles invadiu o autoposto e tentaram render os frentistas. Os assaltantes deram o azar de serem surpreendidos por um policial militar rodoviário à paisana.
O policial rodoviário abastecia a moto percebendo que um dos criminosos chegou a pé (com o capacete) e rendeu um dos frentistas. No momento em que se dirigiu para o segundo funcionário, ele se identificou e teve uma arma apontada em sua direção. Toda cena foi registrada pelas câmeras de segurança do estabelecimento.
O suspeito, de 23 anos, levou três tiros. Ele sofreu ferimentos no ombro e altura do abdômen, sendo socorrido pela UTI Móvel do SAMU ao Hospital das Clínicas. A primeira informação divulgada pela PM é que teria morrido, já que após os tiros ficou caído e sem movimentos. Mas, a equipe médica constatou que ainda estava respirando.
O comparsa de 18 anos que daria cobertura ao crime conseguiu fugir. No entanto, ele foi localizado e confessou o roubo dizendo que resolveu deixar o local ao ouvir os disparos deixando o parceiro.
O parceiro dele foi preso em flagrante e encaminhado à Penitenciária de Marília. Eles responderão por tentativa de roubo. A dupla teria praticado outros assaltos à postos de combustíveis.
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