Documento foi protocolado na Prefeitura após anos de reclamações sobre água acumulada e invasão em residências
Moradores de Júlio Mesquita estão cobrando providências do poder público devido aos constantes alagamentos registrados em trechos da Rua Sete de Setembro, na região central da cidade.
Segundo os relatos, o problema ocorre há anos e volta a causar transtornos, mesmo em períodos de pouca chuva. Revoltados com a situação, eles elaboraram um documento coletivo, protocolado na Prefeitura, pedindo solução urgente para o problema.
No ofício encaminhado à administração municipal (foto), afirmam que o acúmulo constante de água estaria relacionado à falta de nivelamento adequado das guias e também ausência ou deficiência de manutenção dos bueiros existentes no quarteirão.
O documento aponta ainda diversos transtornos causados pelo problema, como água parada, formação de lodo, mau cheiro, proliferação de mosquitos e até risco de invasão da água em residências durante períodos de chuva mais intensa.
“Há anos nós moradores estamos sofrendo com constantes alagamentos, mesmo em períodos de pouca chuva”, relatam em mensagem enviada ao portal Visão Notícias.
Ainda segundo eles, diversos pedidos já teriam sido feitos anteriormente ao poder público, porém sem solução efetiva até o momento. Afirmam também que o documento protocolado sequer recebeu resposta oficial da Prefeitura de Júlio Mesquita.
Medo de prejuízos e doenças

Entre as principais preocupações relatadas pelos moradores estão:
- água invadindo imóveis;
- prejuízos materiais;
- mau cheiro constante;
- formação de lodo;
- proliferação de mosquitos, incluindo risco relacionado à dengue.
Os moradores afirmam possuir fotos e registros que comprovariam os transtornos enfrentados pela comunidade.
Prefeitura afirma que problema é antigo

O prefeito de Júlio Mesquita, Elton Francisco de Brito, foi procurado pelo portal Visão Notícias e indicou o secretário Adriano Gois Cavalcanti para prestar esclarecimentos.
Segundo o assessor da Prefeitura, trata-se de um problema antigo, herdado pela atual administração, mas que, tecnicamente, não haveria alagamento no trecho apontado pelos moradores por se tratar de um ponto considerado “alto” da cidade.
O secretário informou que uma equipe será enviada ao local para avaliação assim que houver disponibilidade, já que atualmente os funcionários da área estariam mobilizados nas obras de infraestrutura de 50 casas em construção no município.

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