Vítima estava com o corpo enrolado em capa de colchão, mãos amarradas e pano na boca, além de suspeita de tiro na cabeça. Polícia investiga o caso que tem sinais evidentes de execução.
O corpo do policial militar ambiental aposentado Fabiano Tavares, de 66 anos, foi sepultado nesta manhã, no cemitério da Saudade, em Marília, enquanto a Polícia Civil investiga o caso que ainda é considerado um mistério. Ele foi encontrado morto ontem, na zona rural de Garça, com sinais de violência pelo corpo. A DIG (Delegacia de Investigações Gerais).
Fabiano Tavares morava sozinho no sítio São José, localizado na zona rural de Garça. O filho da vítima achou estranho que ele não dava notícias há alguns dias e foi até ao local, encontrando a casa com sinais de desordem. Um boletim de ocorrência de desaparecimento foi registrado.
Mas, após novas buscas pela propriedade, testemunhas perceberam alguns urubus em determinada área, o que poderia significar algum animal morto. Mas, na verdade era o corpo da vítima, já em estado de decomposição enrolado em uma capa de colchão, em área de difícil acesso.
A Polícia Civil foi acionada e os peritos constataram que o PM aposentado, vestindo apenas cueca e uma camiseta, estava com as mãos amarradas para trás e com sacolas plásticas amarradas na cabeça, além de uma perfuração na cabeça, ou seja, sinais evidentes de uma execução.
O reconhecimento do corpo foi feito pelo filho da vítima.
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