A Divisão de Alimentação Escolar, da Secretaria Municipal da Educação de Marília, está apurando as causas de uma possível intoxicação alimentar envolvendo 11 alunos da Escola Estadual Nacib Cury, localizada no Jardim Teotônio Vilela, zona sul da cidade. Eles teriam passado mal após consumirem a merenda escolar na unidade e precisaram de atendimento médico na UPA da zona sul.
De acordo com a unidade de saúde, os estudantes (todos de 12 anos) foram avaliados pela equipe médica, receberam atendimento imediato e estão estáveis, sem necessidade de internação. Entre os sintomas registrados estão desconforto abdominal e episódios isolados de vômito.
A merenda escolar é fornecida por uma empresa terceirizada contratada pela Prefeitura, embora a escola pertença à rede estadual de ensino. Por isso, a Secretaria decidiu recolher amostras dos alimentos servidos para análise. A equipe da Divisão também acompanhou as informações relativas ao atendimento prestado aos alunos.
“Ressaltamos que a alimentação escolar fornecida segue rigorosamente as normas estabelecidas pelos órgãos de vigilância sanitária e pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), sendo os gêneros alimentícios submetidos a critérios técnicos de controle de qualidade”, diz a nota oficial divulgada pela Prefeitura. Com informações do G-1.
De acordo com a unidade de saúde, os estudantes (todos de 12 anos) foram avaliados pela equipe médica, receberam atendimento imediato e estão estáveis, sem necessidade de internação. Entre os sintomas registrados estão desconforto abdominal e episódios isolados de vômito.
A merenda escolar é fornecida por uma empresa terceirizada contratada pela Prefeitura, embora a escola pertença à rede estadual de ensino. Por isso, a Secretaria decidiu recolher amostras dos alimentos servidos para análise. A equipe da Divisão também acompanhou as informações relativas ao atendimento prestado aos alunos.“Ressaltamos que a alimentação escolar fornecida segue rigorosamente as normas estabelecidas pelos órgãos de vigilância sanitária e pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), sendo os gêneros alimentícios submetidos a critérios técnicos de controle de qualidade”, diz a nota oficial divulgada pela Prefeitura. Com informações do G-1.
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