Julia Vicidomini, uma mulher de Nova Jersey, nos EUA, diz que deixará de frequentar a igreja a que foi durante toda a sua vida, depois de uma situação insólita que aconteceu no batismo da sua filha mais nova, último sábado (8), na Christ the King Church, em Hillside.
O filho mais velho do casal, de sete anos, é autista, e teria passado grande parte do evento brincando com uma bola e fazendo um pouco de barulho. Uma atitude que incomodou o padre da cerimônia, que o expulsou.
A família reconhece que não disse ao padre com antecedência que Nicky tem necessidades especiais. No entanto, após o batismo, o pai de Nicky, Marc Vicidomini, foi falar com o padre e acabou pedindo desculpas.
Julia conta que tentou explicar que Nick é uma criança com necessidades especiais, mas que o pároco ignorou a sua explicação e ao invés de pedir desculpa apenas tentou justificar-se, afirmando que o menino o estava distraindo.
A família usou as redes sociais para denunciar a situação: "Estamos chateados e vamos denunciar este padre à arquidiocese. Ele precisa de ser educado sobre tolerância e aceitação", escreveu.
Arquidiocese de Newark divulgou um comunicado em que se desculpou pelas ações do padre. Eles disseram que ele não entendeu o comportamento do menino e se sentiu despreparado para responder de forma adequada.
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