A vida de médica de Cuiabá que chegou cogitar viajar para a Suíça para fazer euntanásia mudou completamente desde que sua história foi divulgada na impresa. Letícia Franco, de 37 anos, desistiu da morte assistida, passou a fazer um novo tratamento para a síndrome Asia e se casou.
A enfermidade rara que a mulher sofre é incurável, autoimune e está ligada ao acúmulo de alumínio ou uso de próteses de silicone no corpo.
O paciente com a síndrome sofre fortes dores. Uma médica de São Paulo, Maria Emília Gadelha Serra, se sensibilizou com a história da médica e ofereceu a ela um novo tratamento, a terapia de ozônio. O procedimento oferece mais qualidade de vida aos enfermos.
A história da médica também fez voltar à sua vida um antigo amor: Guilherme Viñe, 30 anos, era um ex-namorado de Letícia que acabou retomando contato. A aproximação deu certo: o casal fez união civil e pretende se casar na igreja em breve.
“A gente foi ficando mais junto, ele me alegrando, não fui sentindo mais dor. Todo dia ele me faz rir, quando estou na companhia dele, eu me esqueço que estou doente”, comemora Letícia.
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