Mariliense é preso após ficar um ano com a filha em cárcere privado

Acusado foi localizado num cortiço em Rio Preto, onde ficava presa.
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Após um ano de intensas investigações, a Polícia Civil de Marília, por meio da Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), conseguiu prender hoje o montador de móveis Adão Correia de Brito, de 37 anos, acusado de raptar a própria filha de 8 anos e mantela sob cárcere privado.

Ele foi localizado e preso em São José do Rio Preto e foi  trazido para Marília agora à noite. Agora, será encaminhado à cadeia de Pompeia e deverá ser indiciado por subtração de incapaz, desobediência de ordem judicial e sequestro com cárcere privado.

Há pouco, a Polícia Civil liberou fotos do local onde o pai mantinha a filha após o rapto, ocorrido ha um ano. De acordo com o delegado Seccional, Fernando Quinteiro, o acusado, após separação judicial, perdeu a guarda da filha para a esposa, mas logicamente tinha direito de ficar com ela em determinados dias.

Adão Correia de Brito (foto na época em que desapareceu com a filha).

Numa dessas visitas, o acusado desapareceu com a criança. A mãe registrou queixa na DDM que passou a fazer investigações. O trabalho demorou cerca de um ano, já que o pai sempre conseguia despistar da polícia. O caso foi divulgado na época pelo portal Visão Notícias.com (VEJA A MATÉRIA, CLIQUE AQUI - atenção: como o caso envolve menores, editamos a matéria, para preservar as fotos das crianças envolvidas, embora na época os pais que foram vítimas autorizaram POR ESCRITO a divulgação das informações e fotos).

A ex-mulher acusava Adão e a sua atual companheira de raptar a criança para formar uma nova família. Hoje após novas investigações, os policiais civis de Marília conseguiram localizado no centro de São José do Rio Preto (cidade que fica a 180 kms de Marília). Ele foi preso e finalmente a menina libertada. Pelas primeiras informações, a criança ficava trancada num quarto enquanto o pai saía para fazer "bicos". 

DUPLO RAPTO - Adão e a atual companheira, Cláudia Matame, levaram os respectivos filhos em julho de 2014. As famílias das crianças acionaram a polícia, alegando que não cumpriram ordem da justiça. Com a repercussão do caso, um mês depois, Claudia voltou para Marília e entregou o filho de 9 anos para o pai biológico.

Já Adão não foi mais localizado até então, sendo preso hoje em Rio Preto. Agora, a menina será entregue para a mãe biológica e terá apoio de uma psicóloga.

 

 











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