Marília inicia coleta de orgânicos em bairros

O pequeno inseto se alimenta do sangue de cães, porcos e galinhas.
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Para reduzir os riscos de novos casos de leishmaniose, a Secretaria Municipal de Saúde de Marília deu início a uma mobilização na principal área de transmissão da doença na cidade. Inicialmente, o trabalho está concentrado nos bairros Jânio Quadros e Alcides Matiuzzi, na zona norte da cidade.

No sábado (01) teve início uma série de ações que inclui a conscientização com visitas domiciliares, coleta de materiais orgânicos em frente às casas, inquérito sorológico canino e castrações. Os caminhões específicos para recolher esse tipo de material começam a passar na quarta-feira (03).

Serão recolhidos galhos, folhas secas, restos de madeira, frutas apodrecidas, fezes de animais e outros rejeitos em decomposição. Estes materiais são propícios à reprodução do mosquito-palha, vetor da doença.

A previsão é que a partir do dia 10 de julho os veterinários, supervisores de saúde e agentes de controle de endemias intensificarão o inquérito canino para identificar animais com leishmaniose.

O pequeno inseto se alimenta do sangue de cães, porcos e galinhas. No caso dos cães, além de serem contaminados e desenvolverem a Leishmaniose Visceral Canina, os animais tornam-se hospedeiros do protozoário causador a doença, que também atinge os humanos. Por isso a importância da limpeza dos quintais e higiene e cuidado com a saúde dos cães.

TRANSMISSÃO: A cidade apresenta casos da doença em humanos desde 2011, quando foi confirmada uma notificação de leishmaniose visceral na zona norte. Em 2014 foram outras duas ocorrências e em 2015 mais uma. Em 2016 o número disparou: foram dez casos.

 







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