Rhuan Maicon da Silva Castro, de 9 anos, foi morto e esquartejado no fim de semana em Samambaia, região administrativa do Distrito Federal. A mãe da criança, Rosana Auri da Silva Cândido, de 27 anos, confessou ter cometido o crime. A mulher foi presa após investigações da Polícia Civil.
Como a tentativa de carbonizar o corpo não foi bem sucedida, elas colocaram o corpo da criança em uma mala e o jogaram dentro de um bueiro do bairro em que vivem.
Os membros foram colocados em duas mochilas, que ainda estavam na casa da família e seriam descartadas posteriormente. "Foi um crime terrível. O corpo da criança estava irreconhecível", afirma o delegado responsável pelas investigações.
A Polícia Civil suspeita que a criança vivia na casa em cárcere privado, já que não frequentava a escola e raramente era vista pelos vizinhos. Segundo a polícia, o garoto que foi morto teve o seu pênis cortado há cerca de um ano pela própria mãe.

O caso segue em investigação pela Polícia Civil do Distrito Federal. Em conversa com a Folha de S.Paulo, o avô da criança, Francisco Chagas, de 63 anos, afirmou que há cinco anos buscava pistas do paradeiro do neto.
Segundo ele, Rosana namorou com seu filho por dois anos e passou a viver na casa da família em Rio Branco (AC) depois que engravidou. O casal se separou, mas Rosana permaneceu morando na casa do sogro junto com a criança.
Em 2014, ela fugiu junto com o filho e não deu mais notícias. Neste período, a família denunciou Rosana à polícia e espalhou fotos da criança em redes sociais em busca de informações sobre ela. O corpo de Rhuan será enterrado em Rio Branco.
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