Segundo a mulher, medicamentos não são suficientes para controlar o rapaz de 29 anos; medida foi tomada para evitar as autoagressões do filho.
Uma moradora de Fernandópolis, gravou um vídeo como forma de apelo para conseguir ajuda ao filho que foi diagnosticado com autismo. Marisa Padilha afirma que decidiu acorrentar André há 13 anos e diz que esta foi a solução encontrada por ela para dar um fim às autoagressões, que começaram após o filho apresentar alterações no comportamento aos 10 anos de idade.
A família mora na cidade com pouco mais de 67 mil habitantes e afirma que já tentou vários tratamentos para amenizar os surtos de André, hoje com 28 anos. No entanto, até o momento, nem os medicamentos ou qualquer tipo de terapia causaram efeito.
“Ele toma vários comprimidos por dia e, mesmo assim, continua se batendo, se mordendo e gritando muito. Deve ter algum problema muito mais sério que ainda não foi diagnosticado”, diz Marisa, de 47 anos.
Na gravação, Marisa diz que não aguenta mais ver o filho acorrentado e pede ajuda para um possível diagnóstico diferente do autismo.
A mãe afirma que precisou deixar de trabalhar para cuidar do filho, que começou a apresentar alterações no comportamento aos 10 anos. André chegou a ser internado, começou a tomar a medicação indicada pelo médico, mas não teve a reação desejada. Aos 15 anos, André passou a ficar isolado e agressivo, foi neste momento que a mãe decidiu usar a corrente.
Ela conta que fez a gravação com o objetivo de que um especialista a oriente sobre o diagnóstico do filho. “Toda e qualquer ajuda para a nossa família é bem-vinda, mas hoje procuro por um especialista para que a gente faça um exame mais específico. Nós não temos condições de arcar com os custos.” (fonte: G1)
Assista ao Vídeo:
Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288








