Quando você procura uma loja de conveniência normalmente é para comprar bebidas ou algo de “última hora”. Mas, em Tupã um comerciante decidiu oferecer algo bem mais “forte” para atrair um consumidor “diferenciado”: ele vendia drogas. Mas a estratégia não deu certo e ele acabou sendo preso pela Polícia Militar.
A prisão ocorreu na noite desta terça-feira, pelo Bairro Nova Tupã, durante a "Operação Carnaval ". Após receber denúncia de que a tal loja na verdade era um ponto de tráfico disfarçado, as equipes de Força Tática montaram uma operação.
Logo que chegaram ao estabelecimento abordaram diversas pessoas e uma delas entrou rapidamente e escondendo um objeto sobre o balcão em meio aos potes de doces.
Era o dono do local que, ao ser questionado, já estava meio “doidão”, sob efeito de cocaína. O tal objeto trava-se de uma generosa quantidade de cocaína que ele alegou ser para “consumo próprio”.
Revenda vantajosa
Mas, como os PMs sabiam que ele, além de usuário, também vendia entorpecentes, fizeram uma varredura no local e o próprio homem admitiu que tinha mais drogas.
Foram apreendidos meio tablete de pasta base de cocaína, dentro de uma caixa de papelão sob o balcão, bem como dois potes plásticos também sob o balcão que acondicionava porções fracionadas de cocaína e Crack, prontas para venda, além de dinheiro já da venda dos entorpecentes.

O comerciante acabou “abrindo o jogo”. Segundo ele, o tablete de pasta base havia comprado por R$ 15 mil e depois da mistura com outros produtos e fracionamento (porções) iria faturar R$ 60 mil.
Agora, além de perder todo o entorpecente, ainda terá que “investir” em um advogado para ficar longe da cadeia, já que foi autuado em flagrante na Central de Polícia Judiciária de Tupã por tráfico de drogas. Com informações/fotos: João Mário Trentini.
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