Uma cobra jiboia, medindo cerca de um metro e meio, foi capturada nesta semana pelo Corpo de Bombeiros em Garça. Ela estava em um terreno ao lado de uma escola estadual. Os moradores reclamam do mato existente numa área verde, mas no dia seguinte da captura a Prefeitura esteve no local e limpou a área.
O gerente comercial Marcos Ribeiro enviou as fotos da serpente ao Visão Notícias. Ele relatou que havia uma pessoa roçando o terreno particular ao lado de sua casa quando a cobra deu o bote. “Eu fui dar água para ele e vi quando a jiboia deu o bote. O senhor não tinha visto por causa do barulho da máquina. Se fosse uma cobra venenosa ele tinha sido picado”, explicou.

Marcos acionou o Corpo de Bombeiros que esteve no local e fez a captura. A cobra foi solta em uma mata bem longe da cidade.
Terreno da Prefeitura.
Terreno da Prefeitura
Marcos observa que ao lado desse terreno também há uma área “verde” da Prefeitura que também estava com um matagal e que fica nos fundos da escola estadual Hatsue Toyota, que atende crianças do Ensino Fundamental.

O terreno da Prefeitura (área verde) antes e depois de ser limpo. Fica atrás de uma escola estadual.
Ele entrou em contato com a Prefeitura reclamando porque havia o risco de existirem outras cobras, o que colocaria em risco a vida dos estudantes. No dia seguinte uma equipe esteve no local e fez a limpeza da área.
Jiboia é perigosa?
A jiboia (Boa constrictor) é uma serpente de grande porte, não peçonhenta, típica da América Latina, sendo a segunda maior do Brasil, podendo passar de 3 metros de comprimento. Possui hábitos noturnos, matando presas como pequenos mamíferos e aves por sufocamento. Portanto, ela não é venenosa.
Elas são répteis da família Boidae, onde se encontram as maiores serpentes do planeta. Ela é considerada a segunda maior espécie do território nacional, ficando atrás apenas da sucuri.
Essas serpentes são muito temidas pelo seu grande porte (pode chegar a até quatro metros de comprimento), entretanto, como citamos acima, não são animais tão perigosos assim.
Por isso, Marcos entende que as pessoas não devem matar esses animais ao avistá-los, mas acionar os Bombeiros ou a Polícia Ambiental para fazer a captura e soltá-los no habitat natural.
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