As investigações sobre o caso da morte da menina Emanuelle, de 8 anos, continuarão mesmo após o suspeito Agnaldo Guilherme Assunção ter sido encontrado morto dentro da cela onde estava preso, no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Cerqueira César.
De acordo como um dos delegados responsáveis pelo caso da delegacia de Ourinhos, Antonio José Fernandes Vieira, o inquérito seguirá normalmente. "O inquérito que apura o homicídio de Emanuelle terá seguimento até que todas as circunstâncias do ocorrido sejam estabelecidas", afirma.
Ainda segundo o delegado, as últimas horas da menina na praça onde brincava e o no canavial onde ela foi encontra morta, serão refeitas durante investigação.
"Vamos focar na reconstrução do que ocorreu nas últimas horas de vida de Emanuelle. Por hora, não há nenhum elemento que indique a participação de outra pessoa no crime", afirma o delegado.
Contudo, a morte de Aguinaldo pode atrapalhar as investigações, pois a polícia poderia colher novas informações do suspeito. Até o momento, a hipótese é de que ele tenha cometido suicídio na cela.
O suspeito estava preso no local desde a tarde de terça-feira (14), quando passou por audiência de custódia e teve a prisão preventiva decretada. Ele confessou ter matado Emanuelle a facadas e indicou à polícia onde estava o corpo.
Segundo o delegado Antônio José Fernandes Vieira, Aguinaldo já havia sido condenado e cumpriu pena em 1988 por ter assassinado o irmão. (fonte G1)
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