Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, número dois da hierarquia do PCC, e o parceiro dele, Fabiano Alves de Souza, o Paca, também do primeiro escalão da organização criminosa, foram mortos a tiros no Ceará.
Biroska era um preso querido e reverenciado no sistema carcerário. Os líderes máximos do PCC estavam isolados em regime disciplinar diferenciado, o RDD, e não deram nenhuma autorização para matá-lo. Gegê do Mangue teria agido por conta própria e por isso foi morto em represália.
O criminoso saiu em liberdade condicional dias antes de ser julgado por homicídios de desafetos na rua. O júri foi feito sem a presença do réu, e o condenou a 47 anos de prisão e estava foragido. Segundo os advogados dos dois criminosos, eles foram assassinados durante uma emboscada. Fonte: Band
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