Incomum e prejudicial: O que sabemos sobre a Covid longa?

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Vacinas, variantes, imunidade natural e melhores opções de tratamento significam que pegar a Covid-19 agora não é o mesmo de um ou dois anos atrás.

Mas para milhões de pessoas que contraíram o vírus mesmo nos primeiros meses da pandemia, o impacto da doença permanece.

Um em cada cinco adultos que se recuperaram de uma infecção pelo novo coronavírus experimentou pelo menos uma condição médica relacionada à Covid longa, de acordo com um estudo publicado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos.

Esse número salta para um em cada quatro em pessoas com 65 anos ou mais. As condições mais comuns entre todos os adultos foram sintomas respiratórios e fadiga crônica, descobriram os pesquisadores. Os pacientes também eram duas vezes mais propensos do que outras pessoas a ter condições que afetam os pulmões.

Os pesquisadores do CDC analisaram registros médicos de mais de 350.000 pessoas que deram positivo entre março de 2020 e novembro de 2021, portanto, seu novo estudo fornece uma pista valiosa para entender a prevalência da doença.

A inflamação cardíaca foi considerada um problema contínuo para um em cada oito pacientes hospitalizados com Covid-19. Inflamação em todo o corpo e danos nos rins também eram comuns.

Mas a única coisa que é certa é que a Covid é imprevisível e, mesmo tanto tempo após o início da pandemia, continua sendo um enigma científico. (CNN Brasil)







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