A viagem de ônibus entre o estado do Pará e Florianópolis, que deveria durar cerca de 3.500 km, terminou bem mais cedo para um homem. Ele resolveu "aprontar" durante o trajeto e foi parado na base da Polícia Rodoviária Estadual em Marília. Justamente nessa abordagem que os policiais descobriram que ele era procurado pela justiça, acusado de agredir a própria filha.
Os patrulheiros que realizavam operação em frente à base de Polícia Rodoviária de Marília, na rodovia do Contorno, por volta das 23h30 receberam informação de que no interior de um ônibus de linha interestadual haveria um passageiro, nos fundos, perturbando o sossego dos demais passageiros, inclusive mulheres, idosos e crianças e que falava palavras de baixo calão.
Lei Maria da Penha
Diante dessa situação, o veículo foi interceptado em busca do tal homem, um pedreiro de 43 anos que seguia para Santa Catarina. Além de levar uma bronca, os patrulheiros decidiram realizar uma consulta no sistema quando descobriram que havia um mandado de prisão preventiva contra ele (Lei Maria da Penha) por agredir a filha de 19 anos.
Diante dessa situação, foi encaminhado direto ao Centro de Detenção Provisória de Álvaro de Carvalho, onde ficou a disposição da justiça.
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