Equipes da Força Tática e da ROCAM prenderam no final desta tarde cinco pessoas (quatro homens e uma mulher) acusadas de participar de um "tribunal do crime" que causou a morte de um homem de 39 anos. Ele foi executado a pedradas. O corpo foi jogado num buracão ao lado da favela Argollo Ferrão, na zona Oeste, num local de difícil acesso. A retirada só deve ocorrer neste domingo pelas equipes do Corpo de Bombeiros.
Há 10 dias, uma equipe da 5ª Companhia da Polícia Militar conseguiu evitar a execução durante uma abordagem de rotina na rua Emaus, Vila Altaneira, zona leste de Marília. O carro era ocupado por cinco pessoas e os policiais desconfiaram da atitude delas. A vítima estava com diversos ferimentos pelo corpo. O homem relatou aos policiais que estava jurado de morte por um suposto estupro, do qual, segundo ele, não teria cometido. Mas, desta vez não conseguiu escapar da execução.
Os envolvidos confessaram que a vítima foi morta a tijoladas. Eles seriam pertencentes a uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios. No local foram encontrados pedaços de massa encefálica, mostrando que realmente foi executado com requintes de crueldade. A Polícia Militar recebeu denúncia do crime e conseguiu prender os acusados logo depois de terem jogado o corpo num buracão ao lado da favela e que tem uma profundidade de 70 metros.
Trata-se de Rodrigo Maniscalco, de 39 anos, integrante de uma tradicional família mariliense e proprietário de empresas ligadas a área de informática. A polícia apura o caso. Os cinco acusados estão sendo autuados em flagrante neste momento na Central de Polícia Judiciária.
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