A Secretaria Municipal da Saúde confirmou nesta quinta-feira, dia 9, um caso importado de chikungunya, contraído por uma paciente no final do ano passado, no Rio
de Janeiro. Todo o trabalho necessário para conter a doença foi feito pelos profissionais da Saúde, impedindo que outras pessoas também fossem contaminadas, mas é importante que toda a população colabore, eliminando os criadouros do mosquito Aedes Aegypti.
De acordo com informações passadas pela auxiliar de enfermagem da Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde de Garça, Morgana Azevedo, uma moradora contraiu a doença ao passar o final de ano em Niterói, onde permaneceu por alguns dias. Ela retornou para Garça no dia 2 de janeiro e começou a sentir os sintomas da doença no dia 8, quando procurou auxílio médico.
A mulher que contraiu a doença passou por todo o tratamento médico necessário e já retornou para suas atividades normais, não havendo mais risco de transmissão para outras pessoas. Existe um período que as pessoas ainda podem transmitir e provocar casos secundários, mas o tempo já passou e como não houve nenhuma outra suspeita, a situação é considerada controlada.
Desde a comunicação de suspeita da doença, a Secretaria da Saúde intensificou o trabalho na área, com a nebulização da região, além de bloqueio e controle de criadouros, que impediram a disseminação da doença para outras pessoas.
Segundo o Ministério da Saúde, os casos de chikungunya devem aumentar neste ano em todo o país. Os casos confirmados da doença aumentaram 15 vezes de 2015 para 2016 (de 8.528 para 134.910) e os suspeitas, quase dez vezes (de 26.763 para 251.051). Para este ano, o Ministério está se preparando para ter um aumento ainda maior.
PERIGO
A chikungunya é uma doença parecida com a dengue. Seu modo de transmissão é pela picada do mosquito Aedes Aegypti infectado. Seus sintomas são semelhantes aos da dengue: febre, mal-estar, dores pelo corpo, dor de cabeça, apatia e cansaço. Porém, a grande diferença da chikungunya está no seu acometimento das articulações: o vírus avança nas juntas dos pacientes e causa inflamações com fortes dores acompanhadas de inchaço, vermelhidão e calor local.
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