Funcionário faz voos rasantes para 'homenagear' empresa

Alarme foi acionado e fábrica automotiva ficou paralisada por 1 hora. Piloto deve ter a licença para pilotar cassada.
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Um funcionário da fábrica automotiva Hutchinson deve prestar esclarecimentos à Polícia Civil de Casa Branca (300 quilômetros de Marília) nesta quarta-feira (21) após sobrevoar a fábrica e causar pânico entre os colegas na tarde de terça-feira (20). O alarme do prédio chegou a disparar e as atividades ficaram paralisadas por 1 hora.

O trabalhador foi contratado no último dia 8 e disse que queria fazer uma "homenagem" para a empresa, que contava com cerca de 420 pessoas no momento dos voos e ficou paralisada durante uma hora. O gerente da fábrica, Ulisses Leandro Lanfredi, relatou que foram dois voos. "Por volta de meio-dia, o avião passou três ou quatro vezes. Depois, às 14h20, voltou e começou a fazer as manobras. Às 14h36, acionamos a sirene por causa do pânico dentro da fábrica, o pessoal com medo, se escondendo, tentando se abrigar em algum lugar porque tem muito equipamento, se acontecesse alguma coisa teria explosão, e às 15h08 ele foi embora".

O gerente relatou ainda que, após os voos, o funcionário voltou para a fábrica, mas estava alterado e não conseguia dar muitas informações. "O que ele passou foi que queria fazer uma homenagem para a empresa".

O delegado informou que o rapaz será ouvido nas próximas horas, que a polícia irá comunicar a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e que o piloto deverá ter a licença para pilotar cassada. "Nós tipificamos como periclitação da vida, que é expor a vida do próximo a perigo, e também como crime contra a segurança aérea", afirmou Fiuza, explicando que essa caracterização pode mudar no decorrer da investigação.











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