Outros casos semelhantes já foram registrados recentemente envolvendo abuso de confiança no ambiente de trabalho
Uma mulher foi presa em flagrante nesta quarta-feira (14) em Tupã, suspeita de desviar dinheiro de uma loja de doces onde trabalhava havia cerca de quatro anos. A prisão foi realizada por equipes da DIG após investigação iniciada depois que o proprietário do estabelecimento passou a desconfiar de irregularidades no caixa.
Segundo a Polícia Civil, a investigada atuava como operadora de caixa e utilizava artifícios para burlar o sistema interno da empresa, desviando valores em benefício próprio. O prejuízo causado ao estabelecimento foi estimado em cerca de R$ 78 mil.
Durante a abordagem, a mulher confessou os desvios e apresentou parte do dinheiro que estava com ela. Em seguida, levou os investigadores até seu armário pessoal, onde havia mais quantias supostamente provenientes dos furtos. Ela foi autuada em flagrante e permaneceu à disposição da justiça.
Casos semelhantes na cidade
De acordo com a DIG, este não é um caso isolado na cidade. Nos últimos dias, outras três pessoas já haviam sido presas em flagrante por crimes patrimoniais semelhantes, também envolvendo abuso de confiança contra empregadores.
Tratava-se de um esquema de furto de suplementos alimentares que teria causado prejuízo superior a R$ 200 mil. Parte do material foi recuperado pela Polícia Civil (foto).
A investigação começou após a proprietária do estabelecimento procurar a polícia ao identificar, por imagens de câmeras de segurança, funcionárias separando produtos expostos para venda e colocando os itens em sacos e caixas (foto).
Segundo a denúncia, os furtos seriam praticados desde o ano passado. Foram presas duas funcionárias e o marido de uma delas.
O que fazer?
A Polícia Civil destacou que esse tipo de crime provoca prejuízos financeiros e também abala a relação de confiança dentro das empresas.
A orientação aos empresários e comerciantes é que procurarem rapidamente a polícia diante de qualquer suspeita de irregularidade financeira, permitindo atuação imediata na coleta de provas e responsabilização dos envolvidos. Com informações: João Mário Trentini.
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