Você sabia que 80% da radiação solar que recebemos na vida ocorre até os 18 anos de idade?
Por isso, apesar da exposição solar ser importante para a síntese de vitamina D, alguns cuidados são necessários para proteger a pele das crianças ao ar livre. Entre eles, está o uso de protetor solar, que protege contra queimaduras e insolação e, a longo prazo, reduz o risco de câncer de pele e do fotoenvelhecimento (ou seja, do desgaste causado por fatores ambientais).
Além disso, entre 10h e 16h, como você já deve saber, é preciso evitar o sol, pois nesse intervalo a incidência dos raios UVB é maior. Já os raios UVA são constantes ao longo do dia.
Crianças & protetor solar
Os bebês só devem usar protetor a partir dos 6 meses. Antes disso, os bebês só podem ser expostos ao Sol dentro horário recomendado, sempre com roupas e chapéu. E, até os 2 anos, a dermatologista recomenda o uso de protetores inorgânicos, isto é, físicos. Isso porque funcionam apenas como uma barreira que protege a pele e, sendo assim, as chances de provocar dermatites e alergias são menores. Já os maiores estão liberados para usar os protetores químicos, de preferência, resistentes à água.
Creme ou spray?
O protetor solar em creme é mais fácil de aplicar, embora pareça o contrário.
O FPS faz tanta diferença, sim
A discussão é antiga. Pesquisas realizadas nos anos 90 demonstraram que produtos com FPS 60 apresentavam uma vantagem pequena se comparados aos de FPS 30, por exemplo, em relação à proteção contra queimaduras. Atualmente, de acordo com a especialista, tal conceito foi desqualificado. Pois novos estudos demonstraram que, a longo prazo, FPS mais altos são mais eficientes na prevenção do câncer de pele. Por isso, o ideal é escolher produtos com FPS 30, no mínimo.
Mais cuidados
Além de respeitar o horário e usar protetor solar, lance mão de medidas mecânicas de fotoproteção, como roupas (também com FPS, se possível), chapéu e guarda-sol.
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