Florescer: há vida após o câncer de mama. "Outubro Rosa" alerta sobre a doença silenciosa

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Por Célia Ribeiro

As histórias são muito parecidas: a surpresa, seguida do medo ao se depararem com o nódulo nas mamas, a negação e a sensação de impotência diante de um inimigo terrível e assustador.

O turbilhão de sentimentos que acomete as mulheres portadoras do câncer de mama se repete em maior ou menor grau, independente da idade, credo ou classe social.

Quando ele aparece, passado o choque inicial, é preciso escolher suas armas, vestir a armadura e partir para a guerra. Literalmente.

Leia a reportagem completa da jornalista Célia Ribeiro, em parceria com o Visão Notícias, acessando aqui:

 
 






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