Filme Cidades de Papel enaltece o amor

A história é centrada nas relações humanas, especialmente na amizade e no amor.
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Cidades de Papel, estreia nesta quinta.

Baseado no livro homônimo do escritor americano John Green. Filme com ótimo elenco transita entre diversos gêneros e vai da comédia até uma road movie sobre ritos de passagem para a vida adulta

O escritor americano John Green já se consolidou no mercado literário e hoje é um dos autores mais bem-sucedidos do mundo na literatura voltada para adolescentes.

Agora, Green está prestes a dar mais uma prova de que, além de conquistar as livrarias, é capaz também de conquistar os cinemas: Cidades de Papel, segunda adaptação para as telas de um romance do autor, estreia quinta.

A produção anterior, A Culpa É das Estrelas, foi a maior bilheteria do Brasil no ano passado, com 6,2 milhões de ingressos vendidos, à frente de gigantes como Noé e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido.

Se A Culpa É das Estrelas tinha um tom meio triste, afinal abordava a vida de uma jovem com câncer, Cidades de Papel aposta em um clima mais “alto astral” e acerta em cheio, proporcionando momentos de diversão muito acima da média quando se compara com outras produções voltadas para adolescentes.

A história, como na maioria daquelas de Green, é centrada nas relações humanas, especialmente na amizade e no amor.

O jovem Quentin (Nat Wolff), que está prestes a completar o ensino médio, nutre uma paixão platônica pela amiga e vizinha Margo (Cara Delevigne), a quem conhece desde a infância. Numa madrugada, a garota bate na janela do amigo e lhe pede ajuda para executar um plano de vingança contra o namorado que a havia traído.

Quentin, que andava afastado da amiga já fazia algum tempo, por diferenças de personalidade entre os dois, vê ali a chance de se reaproximar de Margo e, quem sabe, assumir sua paixão por ela.

 

 




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