Cidades de Papel, estreia nesta quinta.
Baseado no livro homônimo do escritor americano John Green. Filme com ótimo elenco transita entre diversos gêneros e vai da comédia até uma road movie sobre ritos de passagem para a vida adulta
O escritor americano John Green já se consolidou no mercado literário e hoje é um dos autores mais bem-sucedidos do mundo na literatura voltada para adolescentes.
A produção anterior, A Culpa É das Estrelas, foi a maior bilheteria do Brasil no ano passado, com 6,2 milhões de ingressos vendidos, à frente de gigantes como Noé e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido.
Se A Culpa É das Estrelas tinha um tom meio triste, afinal abordava a vida de uma jovem com câncer, Cidades de Papel aposta em um clima mais “alto astral” e acerta em cheio, proporcionando momentos de diversão muito acima da média quando se compara com outras produções voltadas para adolescentes.A história, como na maioria daquelas de Green, é centrada nas relações humanas, especialmente na amizade e no amor.
Quentin, que andava afastado da amiga já fazia algum tempo, por diferenças de personalidade entre os dois, vê ali a chance de se reaproximar de Margo e, quem sabe, assumir sua paixão por ela.
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