Fãs se despedem de Francisco Cuoco em velório aberto ao público em SP

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O corpo do ator Francisco Cuoco, um dos maiores nomes da televisão brasileira, está sendo velado na manhã desta sexta-feira (20), em São Paulo. Ele morreu nesta quinta-feira (19), aos 91 anos, de falência múltipla dos órgãos. O velório é aberto ao público e o sepultamento será às 16h, fechado para familiares e amigos.

"É com pesar e consternação que a família comunica o falecimento do ator Francisco Cuoco. Ele estava com a família e partiu de forma tranquila e serena. Agradecemos todas as mensagens de pesar e manifestações de carinho. A causa da morte foi por falência múltipla dos órgãos. Nossa gratidão e amor eterno por ter tido você em nossas vidas", diz nota da família. Cuoco deixa três filhos (Rodrigo, Diogo e Tatiana) e cinco netos.

Com mais de 60 anos de carreira, Francisco Cuoco atuou no teatro, cinema e televisão. Ele nasceu em 29 de novembro de 1933, filho do vendedor italiano Leopoldo Cuoco e da dona de casa Antonieta. O ator teve uma infância marcada por simplicidade no bairro tradicional de São Paulo, o Brás. A sua paixão era o circo que ficava armado em frente a sua casa, ali começou a se interessar pela arte.

Protagonista de novelas
Francisco Cuoco na novela 'Sol nascente', de 2016 — Foto: João Miguel Júnior/GloboA primeira novela de Francisco Cuoco foi “Marcados pelo Amor” (1964), na TV Record. Em seguida, "Redenção" (1966), na Excelsior, um grande sucesso da época. Em “Legião dos Esquecidos” (1968), da mesma emissora, o ator fez par romântico com a atriz Regina Duarte.

Sua trajetória também foi marcada pela série de protagonistas que a novelista Janete Clair escreveu especialmente para ele. Um sucesso após o outro: o ambicioso Cristiano Vilhena, de "Selva de Pedra" (1972), noivo de Simone Marques (Regina Duarte), foi o primeiro deles.

Francisco Cuoco em cena de 'O salvador da pátria', de 1989 — Foto: Bazilio Calazans/Globo

Após interpretar o jornalista Alex, em "O Semideus" (1973), e o aviador garanhão Mário Barroso em "Cuca Legal" (1975), trama de Marcos Rey com direção de Oswaldo Loureiro, Cuoco foi convidado para fazer o carismático taxista Carlão, em "Pecado Capital" (1975), de Janete Clair. 

Cuoco ainda trabalhou em “O Outro” (1983), “O Salvador da Pátria” (1989), “Passione” (2010), “Sol Nascente” (2016), “Segundo Sol” (2018), entre outras novelas.

Entre o fim dos anos 1990 e o início de 2000, Cuoco dedicou-se ao cinema e em 2005, depois de mais de 20 anos de dedicação praticamente exclusiva à TV e aos filmes, ele voltou ao teatro. O último papel de Cuoco na TV foi em 2023 quando fez uma participação na série “No Corre”, do Multishow.






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