Depois da Santa Casa, agora é a vez do complexo FAMEMA (Hospital das Clínicas ne Materno-Infantil) e também o Hospital Universitário anunciarem a suspensão das chamadas "cirurgias eletivas" - aquelas que não são urgentes. O objetivo, segundo as diretorias, é economizar materiais para os casos de emergência.
Referência para 62 municípios, com uma população de 1,2 milhão de habitantes, o completo da Faculdade de Medicina de Marília informou que o Comitê Estratégico de Contingência informou que a suspensão está acontecendo a partir de hoje e também amanhã (dia 30), além do dia 4 de junho (no feriado de 31 e fim de semana já não estavam agendadas).
A FAMEMA não informou quantas pessoas terão que aguardar na fila para conseguir uma cirurgia.
HOSPITAL UNIVERSITÁRIO
O Comitê de Gestão de Crise do HBU (Hospital Beneficente Unimar) decidiu adotar medidas preventivas para garantir o atendimento dos pacientes da instituição e da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da zona Norte, devido a paralisação dos caminhoneiros.
De acordo com o diretor de assistência à saúde, Luiz Fernando Fregatto, o “mapa de cirurgias” foi “congelado”, com a prioridade apenas para urgência e emergência. Serão realizadas apenas aquelas que já estavam previamente agendadas. Outra medida adotada pela instituição foi definir a prioridade da alimentação, que será ofertada apenas e exclusivamente aos pacientes.
A superintendente da ABHU (Associação Beneficente Hospital Unimar), Márcia Mesquita Serva Reis, destaca que a população não precisa entrar em pânico, pois o Hospital Unimar e a Unidade de Pronto Atendimento está com todo o estoque de medicamentos e material necessários para os atendimentos que estão agendados até agora e para atender as urgências e emergências nos próximos 20 dias.
SANTA CASA
O comitê de contingência criado pela Santa Casa de Misericórdia está reunido nesta manhã fazendo uma nova avaliação dos estoques de insumos, remédios e alimentos para os pacientes.
Até agora, nenhuma nota oficial foi divulgada. Até agora já foram adiadas 16 cirurgias eletivas (não urgentes) em virtude do desabastecimento de insumos médicos causados pela greve dos caminhoneiros. Essas cirurgias só serão reagendadas para quando "o abastecimento de insumos, medicamentos e combustíveis estejam normalizados", diz o comunicado da instituição.
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