Durante três meses foram entrevistadas construtoras e incorporadoras do setor habitacional e também consultorias em desenvolvimento urbano que viabilizaram projetos.
Construtoras, consultorias de renome e modelos de construções internacionais de políticas públicas a partir de parcerias público-privadas (PPPs); compõem o estudo encabeçado pela CDHU. Foram feitas entrevistas durante três meses que contaram com um arcabouço de experiências vividas por cinco empresas, entre elas a MRV Engenharia.
O estudo partiu da necessidade em se combater os números do déficit habitacional no Estado por novas facetas. É que, segundo a Fundação João Pinheiro (2017), há 1,3 milhão de famílias sem habitação.
Conjuntos precisam ter infraestrutura, como saúde e transporte.
Além de diminuir os altos custos com aluguel de moradias, habitações precárias não regularizadas, que não incorporam legalmente a malha urbana; e instalações ilegais de moradia em áreas de risco.
Esteve na pauta a discussão de prós e contras a respeito de questões centrais para se construir pelo modelo de PPP.
Os terrenos devem ser públicos, privados ou adquiridos; regularizados ou a serem regularizados; caso tenham contaminação no solo, compensa ou não investir para tornar a área sadia novamente.
O objetivo é ter ópticas diferentes de se interpretar a viabilização dessas parcerias público-privadas para serem utilizadas em futuros projetos de habitação popular.
Infraestrutura - Elucidaram também questões sobre as características urbanísticas de um empreendimento nesses moldes. Por exemplo, se houver ausência de infraestrutura disponível no entorno (serviços básicos de transporte, saúde) pode haver chance real de fracasso do projeto.
Se a parceria for construída em áreas um tanto distantes dos centros municipais em que não há concentração de emprego e geração de renda, compensaria insistir ou não. E se nos condomínios devem predominar características residenciais, comerciais ou de serviços.
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