O juiz Sérgio Moro, responsável pela Lava Jato em primeira instância, condenou, nesta quarta-feira (7), o ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil Aldemir Bendine a 11 de prisão, pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Ele está preso desde junho do ano passado. De acordo com a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF), Bendine recebeu R$ 3 milhões em espécie para favorecer a Odebrecht Ambiental.
Moro determinou o início de cumprimento da pena em regime fechado. De acordo com a sentença, a progressão do regime fica condicionada à devolução do “produto do crime”.
Em 2015, pouco antes de assumir a presidência da Petrobras, Bendine teria pedido nova propina à Odebrecht para atuar no interesse da empresa junto à petrolífera. Dessa vez, o ex- presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht e o executivo Fernando Reis optaram por pagar a propina de R$ 3 milhões. As informações são da Agência Brasil.
Bendine presidiu o Banco do Brasil entre abril de 2009 e fevereiro de 2015, quando substituiu Graça Foster na presidência da Petrobras.
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