ESTIAGEM: Pecuaristas recebem orientações para preservar pastos

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Chuva não melhorou a situação das pastagens da região
 

A chuva dos últimos dias ainda não melhorou a situação das pastagens da região. Em Marília, os criadores estão recebendo orientações para aproveitar e prolongar a vida útil do pasto.

 

Nesta época do ano, a alimentação do rebanho seria feita apenas no pasto, mas a seca está obrigando os pecuaristas a manter o semi confinamento.

 

Uma das formas dos produtores de enfrentar a estiagem é dar a ração uma vez por dia para os animais, o que encarece o custo da produção. “O preço fica alto porque um animal custa na faixa de R$ 80 por mês no semi confinamento e R$ 200 confinado. Se chovesse normalmente, eu não teria essa despesa”, afirma o pecuarista e dono de uma fazenda de gado de Marília, Antônio Carlos Dala.

 

Além da ração, especialistas querem mostrar aos produtores outras alternativas para os pecuaristas enfrentarem o período de estiagem.

 

Para isso, a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), realiza um ciclo de palestras em Pompeia (SP) e, segundo Adriana Bueno, muitos produtores ainda não tratam o pasto como uma cultura.

 

A região de Marília é a segunda maior produtora de gado de corte do estado de São Paulo e a arroba do boi está sendo vendida na região a R$ 138.

 

Fonte G1





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