A instalação de pedágios em rodovias da região (principalmente a SP-333, trecho entre Assis, passando por Marília e no sentido Ribeirão Preto) foi criticada por
lideranças empresariais durante reunião ocorrida esta semana em Marília. Eles decidiram que vão manter a pressão junto aos deputados estaduais para que as praças não sejam instaladas.
Reunião das lideranças foi na ACIM.
Os pedágios estão previstos para entrar em funcionamento a partir de 2018 devido ao projeto de concessão da SP-333 (rodovia Dona Leonor Mendes de Barros). No trecho paulista estão previstas quatro praças de pedágio na proposta de concessão à iniciativa privada. Duas delas estarão localizadas em Marília, nos kms 318 (antes da entrada de Rosália) e 356 (antes do acesso a Oscar Bressane), que ainda é trecho do município (e não de Echaporã).
“No momento é algo prejudicial”, afirmou o presidente da Associação Comercial e Industrial (ACI) de Marília, Libânio Victor Nunes de Oliveira que ao mesmo tempo encaminhado oficio ao Governador Geraldo Alckmin pedindo a retomada das obras de duplicação da SP-333 (saída para Júlio Mesquita) que estão paralisadas há vários meses. Aliás, o Ministério Público instaurou inquérito civil para apurar o péssimo estado de conservação.
Participaram da reunião dirigentes de 21 associações comerciais da região. Outro tema discutido na região foi as feiras com comerciantes informais. Quase todas as associações comerciais da região estão tendo problemas com este comportamento ilegal. Depois de várias situações apresentadas, decidiu-se reunir todos os “Códigos de Posturas”, das cidades envolvidas e propor alteração nas leis municipais, no sentido de dificultar o acesso dos informais e valorizar o comércio local.
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