O secretário municipal da Indústria e Comércio, Cássio Luiz Pinto Junior, confirmou neste fim de semana que a empresa Brumau, que está se instalando na antiga fabrica da Yoki, zona Norte, já está recebendo curriculos das pessoas interessadas. Os interessados devem procurar diretamente a portaria da indústria (avenida Yusaburo Sasazaki, nº1600, no Distrito Industrial). Devem ser contratados nesta primeira etapa 50 funcionários.
Diretores da Brumau com lideranças marilienses.
“A fabrica tem que iniciar as atividades em poucos dias e operar efetivamente no máximo três meses. A Brumau vai produzir em Marília grãos limpos e tratados de amendoim para exportação, mercado interno de produtos alimentícios e os chamados resíduos, grãos de baixa qualidade, para produção de óleo”, disse Gilberto Salgado Martani, proprietário da empresa.
A negociação para a compra da fábrica começou há 60 dias diretamente com a General Mills, grupo multinacional que comprou a Yoki e fechou a fábrica de Marília no ano passado. O valor a transação não foi divulgado. As primeiras 50 contratações estão encaminhadas e efetivadas pelo novo grupo que já se instalou nas dependências da fabrica.
ESTRUTURA - A Brumau em Marília terá capacidade para processar até 4,2 milhões de sacas de amendoim, o dobro da sede. Um dos problemas apontados por essa primeira visita é a falta de silos para armazenamento. A fábrica tem capacidade para apenas 350 mil sacas. O grupo vai reproduzir em Marília atividade que mantém na sede principal em Catanduva. A fábrica deve abastecer principalmente a unidade de Rancharia, onde vai ficar a produção de óleo.
Fábrica em Marília vai atender unidade em Rancharia.
A Brumau foi fundada em 1989 mantém unidades também em Taquaritinga, Tupã e Rancharia. As unidades do grupo ficam nas cidades de Catanduva, Taquaritinga, Rancharia, Monte Alto e Palmares Paulista, todas no estado de São Paulo. Seu quadro atual é de 380 empregados e atua em todos os segmentos do amendoim, sendo assim a líder no mercado.
EM MARÍLIA - A fábrica mariliense vai receber amendoim da lavoura, sujo e úmido, promover limpeza, secagem, debulhar para retirada de casca e “blanchear”, que é a retirada de casca dos grãos. A intenção do grupo é comprar amendoim de produtores locais e regionais. “A escolha da cidade de Marília foi pelo seu desenvolvimento e também pela localização. Temos na região importantes produtores de amendoins”, disse Gilberto.
Ao longo dos anos a intenção do grupo é expandir as atividades, inclusive instalando em Marília uma fabrica de doces de amendoins. Outra ideia do proprietário é gerar biomassa para geração de energia autossuficiente para a fábrica. A sede da fábrica fica na . Currículos para seleções futuras podem ser deixados na sede da empresa no mesmo endereço.
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