O prefeito João Doria (PSDB) deixou a Prefeitura da capital paulista após um ano e três meses à frente do cargo na tarde desta sexta (6). Ele irá disputar candidatura pelo governo do estado de São Paulo nas eleições de outubro.
Seu vice, Bruno Covas (PSDB), assume o posto e, com ele, a herança de promessas feitas por Doria durante a campanha. Em seu primeiro ano de governo, Doria cumpriu 12 das 80 promessas.
Além de iniciar as pendências deixadas pelo seu antecessor, Covas terá de lidar com projetos difíceis e polêmicos iniciados na antiga gestão tucana, como o fechamento de mais de 100 AMAs, o pacote de mais de 50 lotes de privatizações, a reforma da Previdência municipal, concessões de limpeza urbana, transportes e iluminação pública.
Outros dois membros da Prefeitura deixaram os cargos nesta sexta: o chefe de gabinete de Doria, Wilson Pedroso, e o secretário das Prefeituras Regionais, Cláudio Carvalho. Os dois devem participar da campanha eleitoral de Doria ao Palácio dos Bandeirantes.
Covas também ocupava o cargo de secretário da Casa Civil, que fica vago. O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite (DEM), assume o cargo.
Em seu discurso no partido, ele alegou que "São Paulo não perde um gestor, São Paulo ganha dois gestores", e argumenta que ele fará "uma gestão compartilhada com a prefeitura, assim como temos feito com o governador Geraldo Alckmin (PSDB)".
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