A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Marília anunciou nesta tarde (14) a prisão de mais dois suspeitos de participação na morte do representante comercial Silvio César Soares Júlio, de 47 anos, ocorrido no mês passado. Foram detidos um mototaxista que ajudou a transportar as duas acusadas do latrocínio e também dos objetos roubados, além de um outro homem que negou envolvimento.
O crime ocorreu na noite do dia 21 de fevereiro, na rua Prudente de Moraes, no jardim Marília, onde a vítima morava sozinha. Vizinhos perceberam o fogo na residência e acionaram o Corpo de Bombeiros. Com base nas imagens das câmeras de segurança e outras provas e investigações, a DIG esclareceu em menos de uma semana o crime.
Mata onde os envolvidos jogaram a espada.
Foram presas duas mulheres presas: Silvia Regina Evaristo da Silva, conhecida como “Arlequina”, de 23 anos; e Caroline Rosana Joca, a “Carol”, de 20 anos. Elas confessaram que mataram a vítima porque ela as conhecia. O objetivo era roubar objetos da casa. Elas mataram Silvio Cesar usando uma espada de samura. O corpo também foi parcialmente carbonizado.
INVESTIGAÇÕES - Após a morte da vítima, as duas acusadas roubaram diversos objetos, sendo que algus deles (DVD, notebook, Playstation, modem) foram recuperados após a indicação das autoras.
As duas também confessaram que tiveram apoio de mais dois rapazes que estiveram na casa do representante comercial para transportar os objetos. Essa informação a DIG manteve em sigilo até que conseguisse identificar tais pessoas.
Entre os detidos, um mototaxista de 25 anos que confirmou ter sido convidado a participar do latrocínio (inclusive estando ciente de que a vítima poderia ser morta), tendo ficado com parte dos valores roubados e de um relógio, o qual foi apreendido com ele.
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O rapaz, de nome Caíque, indicou também onde teria enterrado a espada usada no assassinato, um buracão no Jardim Bandeirantes, onde os investigadores encontraram somente a bainha.
O segundo envolvido, de iniciais J.P.V., 24 anos, também está preso temporariamente e já foi condenado por assalto e aguarda julgamento por homicídio. Ele disse conhecer Caíque e contato com Silvia, mas nega qualquer participação no latrocínio.
Os dois acusados tiveram a prisão temporária (30 dias) decretada e estão presos na Cadeia Pública de Lutécia.
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