DIG esclarece dois homicídios em Marília. Um dos acusados está preso e outro já foi identificado

Crimes ocorreram em menos de 48 horas. Violência assusta a população
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A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) anunciou agora há pouco o esclarecimento dos dois últimos casos de homicídios ocorridos em Marília. Um dos autores está preso e o outro já foi identificado. Os crimes ocorram em menos de 48 horas e violência nas últimas semanas está assustando a população.

Ratinho foi morto com cinco tiros

O delegado Valdir Tramontini, responsável pela DIG, convocou uma coletiva com a imprensa para dar detalhes dos casos. Sobre o homicídio desta tarde, ele informou que os dois envolvidos (autor e vítima) moravam próximos, no bairro Santa Paula, zona sul de Marília.

Por motivos que ainda estão sendo apurados, o acusado pelo homicídio foi até a casa da vítima e, depois de chamá-la para conversar (já na rua) sacou de um revólver e acertou cinco tiros, sendo dois acertaram o peito, um no nariz, outro no olho direito e também uma das mãos. Rafael Aparecido Gomes de Souza, conhecido como "Ratinho", de 21 anos, foi socorrido por populares, mas morreu logo depois.

Felipe Augusto chega para o depoimento

O acusado do crime é Danilo Ramos Rodrigues, de 19 anos que já teve prisão temporária decretada pela Justiça.

CRIME DO TESOURÃO - Outro caso de crime com extrema violência foi esclarecido hoje pela DIG. Trata-se da morte de Paulo Fernandes Guimarães, de 30 anos, no final da madrugada de terça-feira (13).

Ele foi agredido com vários golpes de "tesourão", após uma discussão na vila Jardim, zona Oeste. Hoje à tarde, o acusado, Felipe Augusto Alves Marinho, de 30 anos, se apresentou juntamente com seu advogado e confessou o homicídio, Ele permaneceu preso.

Em depoimento, alegou que teve uma discussão com a vítima quando estavam num posto de combustíveis na avenida da Saudade.

Delegado Valdir Tramontini: detalhes dos crimes

Paulo Fernandes foi até à casa, pegou o tesourão e voltou ao posto para continuar a briga. Mas, como é mais forte (inclusive lutador de Jiu Jitsu) Felipe conseguiu desarmá-lo. A vítima saiu correndo e o acusado decidiu perseguí-lo de moto, até ao local (rua das Glicínias), onde desferiu vários golpes com o mesmo tesourão.

Os investigadores da DIG foram até à casa do acusado e encontraram a moto dele com o tanque sujo de sangue e que também estava faltando ums das lanternas, encontrada justamente no local do homicídio. Felipe Augusto alegou legítima defesa, mas teve prisão temporária decretada.

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