Após 35 dias de paralisação, os servidores da Prefeitura podem voltar ao trabalho a partir da próxima segunda-feira (22). Em assembleia realizada nesta manhã, no Espaço Cultural, a maioria aceitou a proposta de voltar apresentada pela Administração de não descontar os dias parados, não haver perseguições e manter o valor de reajuste salarial e 4,5% aprovado pela Câmara. Mas esses dias de greve terão que ser repostos, segundo informou há pouco a Prefeitura, em nota oficial.
O presidente da Câmara, Herval Seabra, conversou ontem à noite com o advogado da Federação dos Sindicatos dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo, Jamil Menali, levando a nova proposta do Executivo. Isso é considerado um avanço pela categoria, já que até então a Prefeitura informava que haveria o desconto, uma vez que nesta semana o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo indeferiu o pedido de liminar do Sindimmar para que não houvesse esse desconto.
A nova proposta da Prefeitura ainda deverá ser homologada no Tribunal de Justiça de São Paulo, cuja audiência está marcada para sexta-feira (19). De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores, Mauro Cirino, a greve só será suspensa caso as propostas sejam homologadas. Ele disse ainda que será formada uma comissão que vai avaliar os índices de reajustes salariais futuros.
NOTA OFICIAL - A assessoria de imprensa da Prefeitura informou há pouco que apesar dos dias parados não serem descontados, os servidores terão que REPOR este período não trabalhado. A assessoria do presidente da Câmara também confirmou que esse foi o acordo firmado com o advogado da Federação e aprovado pela maioria dos serviores, durante assembleia.
Veja a nota: "A Prefeitura manteve os 4,5 de reajuste, já aprovado pela Câmara, e os dias de paralisação deverão ser repostos em dias trabalhados".
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