Uma das acusadas revela detalhes e frieza na execução. Ela confirma que vítima pediu piedade pelos filhos e só se entregou após conversar com a mãe e namorado.
A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Marília prossegue no trabalho investigativo para levantar novas provas e até mesmo outras pessoas envolvidas na execução do representante comercial Silvio Cesar Soares Julio, de 47 anos, ocorrida na semana passada. As imagens das câmeras de segurança confirmaram que as
duas mulheres presas estavam na cena do crime. Elas confessaram o homicídio e estão presas na cadeia de Pirajuí.
Silvio foi morto com uma espada tipo samurai.
O crime aconteceu no início de madrugada de quinta-feira, na rua Prudente de Moraes, no jardim Marília, onde a vítima morava sozinha. Vizinhos perceberam o fogo na residência e acionaram o Corpo de Bombeiros. As duas mulheres presas, Silvia Regina Evaristo da Silva, conhecida como “Arlequina”, de 23 anos; e Caroline Rosana Joca, a “Carol”, de 20 anos. confessaram que mataram a vítima porque ela as conhecia. O objetivo era roubar objetos da casa.
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Parte dos objetos levados já foi recuperada pela DIG, mas o trabalho investigativo prossegue, mesmo com as autoras do crime terem confessado. O delegado Valdir Tramontini, titular da Delegacia de Investigações Gerais, confirmou que o trabalho prossegue para conclusão do inquérito, mas não revelou qual é essa linha de investigação mesmo porque poderia atrapalhar essas diligências.
FRIEZA - Acompanhe a entrevista de Silvia Regina em que dá todos os detalhes da morte da vítima. Ela disse que pretendia fugir, mas mudou de ideia e resolveu se entregar após conversar com a mãe e o namorado que prometeu ficar do lado dela.
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