Em junho, o comércio varejista na região de Marília atingiu o faturamento real de R$ 972,3 milhões, crescimento de 7,3% na comparação com o mesmo mês de 2015.
No Estado de São Paulo o faturamento foi menor: elevação de 2,2% na comparação com o mesmo mês de 2015 (R$ 46 bilhões ). No acumulado do primeiro semestre na região de Marília houve elevação de 3,9% e, nos últimos doze meses, aumento de 2%.
Pedro Pavão, presidente do Sincomercio.
Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP).
Cinco das nove atividades pesquisadas apresentaram crescimento em relação a junho do ano passado. As altas mais expressivas foram vistas nos setores de outras atividades (20,7% e impacto de 4,6 pontos porcentuais (p.p.) para o resultado geral), supermercados (9,6% e colaboração de 3,7 p.p.) e autopeças e acessórios (10,7% e contribuição de 0,5 p.p.).
QUEDAS - Entretanto, os segmentos de materiais de construção (-15,2% e impacto de -1,2 p.p.), lojas de vestuário, tecidos e calçados (-9% e contribuição de -0,6 p.p.) e lojas de móveis e decoração (-5,9% e impacto negativo de 0,4 p.p.) registraram os piores desempenhos de junho do varejo da região de Marília.
Apesar de otimista, Pedro Pavão, presidente do Sincomercio Marília pondera que o momento econômico devido aos altos índices de inflação e desemprego para o varejo ainda exige cautela.
“As expectativas dos consumidores para os próximos meses ainda são preocupantes. Devido a atual situação econômica e política que estamos enfrentando no país, as pessoas demonstram não estarem dispostas a se endividar nesse momento ou desenvolverem gastos considerados desnecessários”, ressalta.

Envie-nos sugestões de matérias: (14) 99688-7288




