Corpo do bispo emérito de Marília, Dom Osvaldo Giuntini, será sepultado nesta tarde na Catedral de São Bento

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O corpo do bispo emérito de Marília, Dom Osvaldo Giuntini, será sepultado nesta tarde na cripta da Catedral de São Bento Abade. Pouco antes, às 16h, está prevista a Missa com o rito exequial. Desde ontem à noite centenas de pessoas estão prestando as últimas homenagens, com orações dos fiéis, ministros ordenados e de religiosos.

Dom Osvaldo Giuntini morreu ontem, aos 89 anos, vítima de pneumonia. Ele estava internado no Hospital Beneficente da Universidade de Marília. O corpo chegou à Catedral por volta das 21h, quando foi realizada uma primeira missa foi presidida pelo bispo diocesano de Marília, Dom Luiz Antonio Cipolini. 

“Nestes 12 anos que convivi com Dom Osvaldo sempre contei com a sua oração pela Diocese e nestes últimos dias ele nos deu a oportunidade de rezar por ele. Ele que tanto rezou por nós também recebeu as nossas orações”, ressaltou Dom Luiz Antonio Cipolini, ao falar que a esperança dos cristãos não decepciona e ao lembrar do testemunho orante de Dom Osvaldo neste seu tempo como bispo emérito. Ele foi o 3º bispo diocesano de Marília.

Nesta manhã, uma missa foi presidida pelo bispo diocesano de Ourinhos, Dom Eduardo Vieira dos Santos. Na celebração, os fiéis e ministros ordenados lembraram a presença do bispo emérito em Marília.

Mons. Celso Alexandre, do clero de Ourinhos, recentemente nomeado bispo auxiliar da Arquidiocese de São Paulo pelo Papa Leão XIV, e autoridades locais também participaram da celebração eucarística.



O prefeito Vinicius Camarinha decretou luto oficial por três dias e emitiu uma nota de pesar pelo falecimento de 
Dom Osvaldo Giuntini:

“Recebo com tristeza a notícia da morte do bispo emérito de Marília, dom Osvaldo Giuntini. Um dos seres mais incríveis que conheci, por sua humildade, carisma, generosidade e fé. Como prefeito, decretei luto oficial no nosso município e me solidarizo com seus familiares, amigos e comunidade!” 

Quem foi Dom Osvaldo Giuntini

Dom Osvaldo Giuntini nasceu em São Paulo, em 24 de outubro de 1936. Entrou no seminário ainda jovem, após sentir vocação religiosa na infância. Estudou filosofia e teologia em instituições da capital paulista e foi ordenado sacerdote em 1963.

Atuou como padre na capital e também nas cidades de Salto e Itu. Com a criação da Diocese de Jundiaí, tornou-se pároco da catedral, chanceler e depois vigário-geral. Em 1975, recebeu o título de monsenhor e, anos depois, fez atualização em Direito Matrimonial em Roma.

Foi nomeado bispo auxiliar em 1982 e chegou a Marília para auxiliar o então bispo diocesano. Em 1987, tornou-se bispo coadjutor e, em 1992, assumiu oficialmente o comando da Diocese de Marília.

Durante seu governo, inaugurou, em 1996, o novo prédio do Seminário Diocesano São Pio X e coordenou uma revisão ampla da pastoral, que orientou ações evangelizadoras da diocese.

Conduziu também celebrações importantes, como o Jubileu de Ouro da Diocese de Marília e os 2 mil anos do nascimento de Jesus. 
Em maio de 2013, teve sua renúncia aceita pelo Papa Francisco e passou a ser bispo emérito.





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