Crime ocorreu em fevereiro do ano passado. Quadrilha pretendia assaltar representante comercial, mas plano deu errado e criminosos mataram e queimaram o corpo da vítima.
A Justiça de Marília condenou a mais de 95 anos de prisão as quatro pessoas envolvidas no brutal assassinato do representante comercial, Silvio Cesar Soares Julio, de 47 anos, ocorrido em fevereiro do ano passado em Marília.
A vítima foi morta com uma espada tipo samurai e ainda teve o corpo queimado. O caso foi solucionado dias depois pela DIG (Delegacia de Investigações Gerais), a partir das gravações das câmeras de segurança existentes na residência.
Na foto, Silvio aparece ao lado da espada tipo samurai com a qual foi assassinado.
Foram condenados: Sílvia Regina Evaristo da Silva (a 34 anos e 8 meses), Caroline Rosana Joca (24 anos e seis meses), além de Caíque Ribeiro de Paula e Jonathan Pereira Vieira - cada um deles a 16 anos de prisão.
O CRIME - As duas acusadas, ao confessarem o crime, disseram que conheciam Silvio, e já tinham estado algumas vezes em sua casa. Assim, elas resolveram roubá-lo.
Para isso, marcaram um encontro amoroso. A vítima foi convencida a ficar com as mãos e as pernas amarradas com pedaços de tecidos, e os olhos cobertos por uma máscara de dormir, enquando as duas iriam tirar a roupa e fazer strip-tease, e outras práticas sexuais.
Sistema de gravação das câmeras de segurança ajudou na identificação dos acusados na morte de Silvio.
Como ele começou a se debater, as acusadas pegaram uma espada tipo samurai, que já estava na residência, e juntas aplicaram um primeiro golpe no abdome dele. Depois, Sílvia desferiu outras dezenas de golpes.
Com a vítima morta, as duas roubaram diversos objetos e, antes de deixarem a residência, jogaram uma jaqueta de couro sobre a cabeça de Sílvio, despejaram álcool, e atearam fogo na vestimenta e no sofá daquele cômodo.
Em seus depoimentos, Caroline alegou que estava arrependida pela prática do crime, bem diferente de Silvia, que relatou com muita frieza os detalhes do crime. Tanto que ela acabou sofrendo a maior pena. Os dois homens estavam do lado de fora da residência e deram cobertura ao latrocínio (roubo seguido de morte).
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