Companhias aéreas estrangeiras começam a operar no Brasil oferecendo o chamado serviço "low-cost" (de baixo custo). A primeira delas a formalizar sua operação no país foi a argentina Flybondi, mas outras já se mostram interessadas.
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) foi informada nesta semana que a companhia argentina de baixo custo foi autorizada pelo governo de seu país a operar no Brasil. A solicitação à agência brasileira deve ser protocolada nos próximos dias para a rota de São Paulo a Buenos Aires.

Outra que também formalizou o mesmo pedido foi a norueguesa Norwegian Air (umas das maiores do mundo no segmento de passagens de preços baixos) que está interessada em operar voos regulares entre o Brasil e a Europa.
Outra que está em processo de autorização para operar aqui é a argentina Avian, do grupo Avianca. A Anac informa que a empresa tem cadastro para voos não regulares e pretende fazer a rota de Buenos Aires a São Paulo a partir de setembro.
Baixo custo - A largada para a tendência do "low-cost" no Brasil aconteceu a partir da resolução 400, que foi aprovada em dezembro de 2016, tentando alinhar as regras da aviação brasileiras a padrões internacionais.
O principal ponto de atração das estrangeiras que agora chegam ao país foi a desregulamentação da bagagem, permitindo às companhias cobrar pelo despacho das malas.
De acordo com a Associação Internacional de Transportes Aéreos, no Brasil as companhias aéreas ainda são submetidas a regras muitos mais onerosas do que no exterior, como a obrigatoriedade de ressarcir os passageiros por voos cancelados devido a causas naturais.
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